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Enciclopédia meteo.pt
Revista do INMG
Revista do INMG
 
Volume 1, N.º1 – Julho 1978 Avulso
14 €
A BIOCLIMATOLOGIA E A PRODUTIVIDADE LABORAL por Bento Rodrigues, p. 5-72

Considerações sobre a vulnerabilidade humana perante o clima e interesse que este problema tem despertado desde a pré-História até aos nossos dias. Definição da Bioclimatologia e suas subdivisões. Demonstrações da influência do factor térmico no bem estar e produtividade laboral. Descrição dos diagramas de conforto térmico de Yaglou, de Carrier e de Fanger e quadro dos resultados de análise feita a partir da confrontação entre as delimitações das zonas de conforto referidas naqueles diagramas e os climogramas de trinta e uma estações climatológicas de Portugal Continental, Açores e Madeira. Indicação dos efeitos térmicos e mecânicos do vento sobre o conforto humano.

CONTRIBUIÇÃO PARA O ESTUDO HIDROCLIMATOLÓGICO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO MONDEGO por J. Rocha Faria, Silvério Godinho e M. Sousa Machado, p. 74-223

Estudo hidroclimatológico da bacia hidrográfica do rio Mondego. Suas características fisiográficas (geologia, vegetação, natureza dos solos) e parâmetros geométricos. Estabelecimento de relações quantitativas para a variação da precipitação com a altitude. Cartas para o ano e meses e relações do tipo "quantidade-área-duração". Relação entre o balanço hídrico e energético da bacia.

Volume 1, N.º2 e 3 – Julho 1978 Avulso
14 €
APLICAÇÃO DO CONCEITO DE «TEMPERATURAS ACUMULADAS» À PREVISÃO DE FASES FENOLÓGICAS (1) por R. Mata Reis e J. Casimiro Mendes, p. 3-60

Descrição de métodos de análise da acção da temperatura do ar no desenvolvimento das plantas, da determinação da temperatura base e da previsão de fases fenológicas.

PROSPECÇÃO GRAVIMÉTRICA NA REGIÃO DE CALDEIRA (RIBEIRA GRANDE) S. MIGUEL-AÇORES por Luís Mendes Victor e J. Gonçalves Ribeiro, p. 61-93

Levantamento gravimétrico da Ilha de S. Miguel-Açores realizado numa região geotérmica de potencial interesse, com o fim de se obter melhor definição do comportamento tectónico local. Diferenciação de dois centros pesados, os quais, provavelmente associados a falhas, estarão relacionados com a melhoria das características do reservatório geotérmico. Proposta de uma configuração provável do campo de falhas na região estudada.

Volume 2, N.º1 e 2 – Janeiro - Junho 1979 Avulso
14 €
CONTRIBUIÇÃO PARA O ESTUDO HIDROCLIMÁTICO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO VOUGA por R. J. Rocha Faria e M. Sousa Machado, p. 3-89

Estudo hidroclimático da bacia hidrográfica do Rio Vouga. Caraterização fisiográfica e hidroclimatológica da Região. Valores médios no ano, da quantidade da precipitação diária em alguns locais. Cálculo do balanço hídrico e estabelecimento de relações entre ele e o balanço energético da bacia. Mapas com valores normais climatológicos de vários locais da bacia.

EROSÃO HÍDRICA NA BACIA DO MONDEGO por M. L. Bettencourt, p. 91-149

Considerações gerais sobre os mecanismos e formas de erosão hídrica, destacando o solo, relevo, vegetação e precipitação. Síntese de estudos elaborados por F. Fourrier respeitantes à investigação de parâmetros climáticos que permitem o estabelecimento de correlações com a erosão específica de uma bacia hidrográfica. Valores calculados da erosão hídrica nas bacias dos rios Mondego, Dão, Alva e Ceira.

Volume. 2 N.º 3 e 4 – Julho - Setembro 1979 Avulso
14 €
UTILIZAÇÃO DO CONCEITO DE ENTROPIA NO PLANEAMENTO DA DENSIDADE DE UMA REDE DE UDÓMETROS. APLICAÇÃO A S. MIGUEL (AÇORES) por J. M. Rocha Faria, p. 3-44

Noção elementar de entropia estatística. Método utilizado para o cálculo da entropia na rede de udómetros da Ilha de S. Miguel, estabelecendo-se a «Lei» da variação da entropia com a distância entre pares de estações. Utilizando a relação entropia e distância entre udómetros, fez-se o cálculo do número de udómetros necessários para aumentar a quantidade de informação de uma rede.

DEZ ANOS DE OBSERVAÇÕES, NA REGIÃO DE LISBOA, DE OZONO TOTAL, RESPECTIVA DISTRIBUIÇÃO VERTICAL E SUAS TENDÊNCIAS por Mário Figueira, p. 45-58

Análise em base estatística simples de alguns milhares de resultados de observação de ozono total e da respectiva distribuição vertical, obtidos em Lisboa (38½ 46'N; 09½ 09' W) no período de 1968 a 1977 com vista a obter as respectivas tendências mais características. Conclusões.

DISTRIBUIÇÃO DAS FREQUÊNCIAS DAS QUANTIDADES DE PRECIPITAÇÃO NOS AÇORES por M. L. Bettencourt, p. 59-120

Análise estatística das quantidades de precipitação em 3 estações meteorológicas dos Açores: Angra do Heroísmo, Ponta Delgada e Santa Cruz das Flores. Estudo da distribuição das frequências dessas quantidades anuais em Janeiro e em Julho. Teste de Cornu, momentos de terceira e quarta ordens, para calcular a assimetria e a curtose. Ajustamento da distribuição de frequência das quantidades de precipitação a uma distribuição normal de probabilidade, usando o ensaio de X2. Aplicação do ajustamento, realizando a predição de frequências e de limites de quantidades de precipitação.

CONTRIBUIÇÃO PARA O CONHECIMENTO DA SISMICIDADE HISTÓRICA DE PORTUGAL CONTINENTAL por Victor Moreira, p. 121-136

Historial dos sismos de maior envergadura desde o de 1 de Novembro de 1755. Localização das principais zonas sísmicas do País. Relacionamento entre os focos dos sismos referidos e as falhas que atravessam as respectivas regiões.

ALGUMAS RELAÇÕES OBSERVADAS ENTRE O OZONO E O CAMPO DA CORRENTE NA ATMOSFERA por Mário Figueira, p. 137-155

O problema do ozono atmosférico dirigido para o não especialista em meteorologia, conjuntamente com a indicação de algumas características do campo de corrente da atmosfera que inclui as circulações relacionadas com correntes de jacto na atmosfera e na estratosfera. Relações prováveis entre os níveis de ozono no interior das cabines dos aviões e no ambiente atmosférico ao nível de voo.

OCORRÊNCIA DE OZONO E DE RADIOACTIVIDADE NATURAL DO AR À SUPERFÍCIE EM LISBOA/PORTELA por Mário Figueira, p. 157-190

Série de dados de maior confiança fornecidos pelas observações contínuas de ozono e da radioactividade do ar à superfície, realizadas no Centro de Física da Atmosfera em Lisboa, valores da variação média horária, valores máximos e mínimos e sua distribuição relativamente aos valores das variações da radioactividade natural. Análise do campo da corrente da atmosfera na camada 0-600 mm no local, e da insolação, podendo as variações mencionadas ter origem dinâmica.

Volume. 3 N.º 1 e 2 – Janeiro - Junho 1980 Avulso
14 €
TEMPERATURA DO TERRENO NA PROFUNDIDADE por M. L. Bettencourt, p. 3-45

Importância dos valores da temperatura do solo na investigação teórica sobre o balanço energético e nas aplicações práticas tais como a previsão de geadas. Exemplos da importância biológica da temperatura do terreno na profundidade e análise das relações entre temperatura e humidade do solo. Valores médios da temperatura do solo a 10, 20, 50 e 100 cm de profundidade em 49 estações climatológicas de Portugal Continental.

O VERÃO EM PORTUGAL CONTINENTAL por M. L. Bettencourt, p. 47-68

Recorrendo à temperatura do ar, à insolação e à precipitação durante o Verão tenta-se encontrar diferenças entre Verões dos anos ímpares e dos anos pares. Verifica-se, através do ensaio do quiquadrado, se as referidas diferenças são significativas. Aplicação das diferenças à indústria do turismo e à agricultura.

SIMPLIFICAÇÃO DA FÓRMULA DE PENMAN PARA AVALIAÇÃO DA EVAPOTRANSPIRAÇÃO COM UTILIZAÇÃO DO EVAPORÍMETRO DE PICHE por J. Casimiro Mendes, p. 69-122

Resultados que permitem a aplicação de uma simplificação da fórmula de Penman para a avaliação da evapotranspiração potencial em Portugal Continental. O termo energético pode ser calculado com os valores da radiação global ou de insolação e o termo aerodinâmico pode ser calculado com recurso aos valores da evapotranspiração obtidos por um evaporímetro de Piche.

APLICAÇÃO DE DADOS ACTINOMÉTRICOS AO ESTUDO DO RENDIMENTO DUM PAINEL SOLAR por Carlos A. Gonçalves, p. 123-144

Análise sumária do comportamento de um painel solar em função da radiação solar sobre ele incidente. Estudo dos rendimentos obtidos em ensaios específicos de funcionamento, e as suas possibilidades em função de alguns valores médios da radiação solar ocorrente no País.

Volume. 3 N.º 3 e 4 – Julho - Dezembro 1980 Avulso
14 €
ESTUDOS GRAVIMÉTRICOS NO ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES. DESCRIÇÃO E ANÁLISE DO CAMPO GRAVIMÉTRICO NA ILHA DE S. MIGUEL, ENTRE 25½ 20' E 25½ 40' W por L. Mendes Victor e José J. Gonçalves Ribeiro, p. 3-35

No decurso de duas campanhas gravimétricas em 1977, foram executadas 819 medições, na região central da Ilha de S. Miguel-Açores. A análise das cartas gravimétricas tornou possível diferenciar centros relativamente importantes que, provavelmente associados a falhas, estarão relacionados com as melhores características dos reservatórios geotérmicos. Relacionamento dos valores das anomalias com a idade relativa dos centros eruptivos vulcânicos e natureza das erupções.

RADIAÇÃO GLOBAL INCIDENTE EM SUPERFÍCIES ORIENTADAS A SUL por L. Aparício da Mata e C. Valente Marques, p. 37-57

Conjunto de equações que permitem calcular, para cada mês, o valor médio da Radiação Global incidente numa superfície orientada a sul, valores obtidos a partir do conhecimento do valor médio da Radiação Global incidente numa superfície horizontal. Com aquelas equações foram obtidos para Bragança, Porto, Coimbra, Lisboa, Faro e Évora, os valores médios mensais da Radiação Global incidente em superfícies orientadas a sul e com 19 inclinações desde 0½ (sup. horizontal) a 90½ (sup. vertical). Os valores médios da Radiação Global utilizados correspondem a um período não inferior a 25 anos.

A PREVISÃO DO TEMPO E A AGRICULTURA por M. L. Bettencourt, p. 59-65

Considerações no sentido de se tomar medidas para o combate ao míldio do cacaueiro em S. Tomé e Princípe. Considerações gerais sobre o papel importante que cabe à meteorologia agrícola, na parte respeitante à previsão do tempo e avisos especiais à agricultura. Necessidade de colaboração e cooperação entre o agrónomo e o meteorologista.

APLICAÇÃO DO CONCEITO DE «TEMPERATURAS ACUMULADAS» À PREVISÃO DE FASES FENOLÓGICAS (II) por R. Mata Reis e J. Casimiro Mendes, p. 67-104

Determinação das "temperaturas-acumuladas", de alguns parâmetros estatísticos da temperatura acumulada correspondentes a diferentes interfases fenológicas. Previsões de espigamento e maturação para cinco variedades de trigo mole, duas variedades de cevada e três variedades de aveias. Cartas com datas médias do espigamento das variedades Mexicano e Siete Cerros, correspondentes a diferentes datas de nascimento.

O CLIMA E A PRODUÇÃO DA OLIVEIRA EM PORTUGAL por M. L. Bettencourt, p. 105-126

Refere-se o regime de safra e contra-safra da oliveira. Confirmação estatística da ocorrência de alguma alternância, coincidindo os anos de safra com os anos ímpares. Relacionamento desta alternância com as condições meteorológicas. Constatação de diferenças significativas nos valores de alguns elementos meteorológicos no mês de Abril e no Verão, apresentando valores mais elevados nos anos ímpares.

A METEOROLOGIA AO SERVIÇO DA VITICULTURA por M. L. Bettencourt, p. 127-140

Mostra-se a necessidade de colaboração e cooperação entre técnicos de agricultura e meteorologistas. Papel que cabe à Meteorologia Agrícola, na parte respeitante à previsão do tempo e avisos especiais à agricultura e, particularmente, à viticultura.

Volume. 4 N.º 1 e 2 – Janeiro - Junho 1981 Avulso
14 €
INCÊNDIOS NAS FLORESTAS por R. Mata Reis e M. L. Bettencourt, p. 3-12

Distribuição temporal dos fogos e suas causas, na importância da humidade do solo. Análise dos resultados obtidos com a aplicação do índice de Angström.

RADIAÇÃO SOLAR EM PORTUGAL E A SUA UTILIZAÇÃO PELAS PLANTAS por M. L. Bettencourt e J. Casimiro Mendes, p. 13-54

Relação entre balanços hídricos e energéticos. Cartas de Portugal Continental com valores dos coeficientes de escoamento e de evapotranspiração, do índice de aridez, da razão de Bowen, do balanço da radiação, do calor perdido por evaporação, da transferência da entalpia da superfície para a atmosfera. Carta com estimativa da produtividade vegetal e matéria seca.

PROSPECÇÃO GRAVIMÉTRICA APLICADA À PESQUISA DE RESERVATÓRIOS GEOTÉRMICOS NA ZONA DA RIBEIRA GRANDE (ILHA DE S. MIGUEL-AÇORES) por L. Mendes Victor e José Gonçalves Ribeiro, p. 55-95

Prospecção gravimétrica da Ribeira Grande, como parte do programa de avaliação e exploração dos reservatórios geotérmicos. A partir da cartografia das anomalias residuais obteve-se melhor definição da geotectónica da região e diferenciação de anomalias relativamente importantes que, associadas a falhas, estarão relacionadas com as melhores características de reservatórios geotérmicos.

Volume. 4 N.º 3 e 4 – Julho - Dezembro 1981 Avulso
14 €
ESTIMA DA DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE DOS VALORES EXTREMOS, UTILIZANDO SÉRIES CLIMATOLÓGICAS CURTAS por H. N. Oliveira Pires e Luís E. V. Pessanha, p. 3-25

Descrição do método dos picos superiores a um patamar (peaks over threshold - POT) para estima de valores extremos em climatologia. Aplicação a séries curtas da altura significativa das ondas e da rajada do vento. Comparação dos resultados com os obtidos pelo método clássico de ajuste dos máximos anuais à distribuição de Gumbel.

PERÍODOS DE SECA EM PORTUGAL CONTINENTAL por Mário de Almeida Mendes, p. 13-54

Referência aos diversos métodos de delimitação da noção de seca. Descrição de um processo da avaliação da incidência das secas na história de algumas estações de Portugal Continental, recorrendo apenas à quantidade de precipitação mensal.

RADIAÇÃO SOLAR GLOBAL EM PORTUGAL CONTINENTAL por M. Silva Rocha, p. 57-77

Considerações sobre modelos conhecidos de correlação entre a insolação e a quantidade de radiação global incidente em plano horizontal no nível do Globo, em Portugal Continental. Descrição da distribuição espaço-temporal dos valores médios (período 1941-1970) da Radiação Global.

Volume. 5 N.º 1 e 2 – Janeiro - Dezembro 1982 Avulso
14 €
ALGUMAS NOTAS SOBRE FENOLOGIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ESTUDO DO CLIMA por M. L. Bettencourt, p. 3-33

Considerações sobre a importância da fenologia em climatologia e agrometeorologia. São apontadas também as condições a seguir nas observações fenológicas e procura-se relacionar a fenologia com a agricultura. Finalmente, é apresentado um programa de fenologia em Portugal.

CONTRIBUIÇÃO PARA O ESTUDO DAS SECAS EM PORTUGAL por M. J. Zorro Gonçalves, p. 35-118

Introdução sobre conceito, definição, técnicas de estudo, duração, começo e fim, extensão espacial, causas e previsão de secas. Análise climatológica das séries de observações da temperatura do ar e da precipitação de 29 anos ou mais, em 27 estações do Território, utilizando o método de Palmer que consiste no cálculo do balanço hídrico mensal sequencial, usando duas camadas do solo, a fim de calcular um índice que permite no tempo e no espaço comparações do grau de severidade da seca. Descrição do método de Palmer, cálculos, resultados e algumas conclusões.

CLASSIFICAÇÃO DOS MESES QUANTO À QUANTIDADE DE PRECIPITAÇÃO EM COIMBRA (1931-1975) por Sérgio A. N. Parreira, p. 119-161

Análise da frequência dos valores anuais da precipitação recolhida no Instituto Geofísico da Universidade de Coimbra entre 1931-1975. São usados os termos chuvoso normal e seco para caracterizar aquela quantidade de precipitação. É determinada a relação entre os valores médios dos períodos 1941-1970 e 1931-1975 e faz-se a classificação por decis de todos os meses entre 1881 e 1980, apresentando-se algumas considerações a propósito.